Inter_Ação

Ação Integrada

 

Pessoas e empresas em ações efetivas, fortalecidas pelo conjunto e pelo diálogo.

Criatividade, visão do negócio, gestão, atividade de ponta.

Vejam a receita que dá...

Autor e obra:Valdiney Suzart – O caminho

 

Vamos nos inspirar...

O que eu tenho feito para tornar meus desejos, realidade.

Estou construindo minha carreira? 

Pratico aquele hobby favorito?

Divida conosco, o Inter-Ação é um espaço para você usar. 

Neste momento estamos sugerindo que...

...além de trocarem o nosso banner aí acima mandando algo seu ou de alguém que te inspira, assim como nós usamos a história de Suzart - que vocês encaminhem relatos sobre sua experiência com gestão de pessoas para divulgarmos aqui no site.

nós vamos presentear um participante com um curso no Bureau Veritas 

 

UNIVERSIDADE DE DUKE

Vice-presidente de Assuntos Públicos e Relações Governamentais da Universidade Duke, Michael Schoenfeld, esteve no Rio para divulgar a instituição: 'Os acontecimentos do Brasil podem afetar o mundo'

POR RENATO GRANDELLE

06/05/2016 6:34 / atualizado 06/05/2016 15:07 

 

Quem é o aluno da Duke?

Recebemos mais de 33 mil inscrições este ano, e teremos vagas para 2.500. O processo seletivo é muito rigoroso. As notas são importantes, mas procuramos diferenciais: as atividades a que o estudante se dedicou antes da universidade, se desenvolveu um talento que o diferencie, se conseguiu uma posição de liderança em alguma área. Temos interesse especial por aprendizes ativos, pessoas que, além do incentivo intelectual, prestam serviço à sociedade e que transformam conhecimento em ação. Temos estudantes de 70 países, entre eles 98 brasileiros, e 181 alunos estão atualmente no Brasil.

A Universidade Duke criou uma série de novas disciplinas sobre o Brasil. Por que estudar o país?

É muito difícil entender a América do Sul e o Hemisfério Sul sem falar do Brasil, seja por sua economia, cultura ou política. O desenvolvimento de toda a região depende do Brasil, que é um país-chave no mundo. Muitos problemas e desafios do planeta, inclusive os ambientais e de saúde pública, têm o Brasil como laboratório.

O Brasil discute o impeachment da presidente, há a epidemia do vírus zika e complicações nos preparativos para os Jogos Olímpicos. Como o senhor avalia o momento?

É muito importante — caótico, em alguns aspectos — e desafiador. Os acontecimentos no país podem afetar o resto do mundo, devido à conexão da economia global. As Olimpíadas merecem atenção especial. Acho que vocês podem causar boa impressão.

Na Baixada Fluminense, a Duke sustenta um projeto sobre educação. Além disso, tem estudos sobre capoeira. Por que esse investimento?

Muitos programas são gerados por estudantes que têm interesses em comum. São projetos que nascem a partir da identificação de áreas que consideramos importantes e onde vemos potenciais soluções.

Também estão previstos estudos sobre a bacia amazônica, até em parceria com a Nasa. Qual será o objetivo?

Os principais temas que analisamos são a saúde pública e o meio ambiente. Na Amazônia, veremos como ambos estão conectados. Não podemos estudar a população e as doenças infecciosas comuns na região sem falar sobre a natureza.

Vocês têm 58 professores especializados em temas brasileiros. O que eles lhe dizem?

Há quem esteja focado em apenas uma área, como política, cultura, meio ambiente, o sistema de saúde. Isso é fundamental porque o Brasil, assim como os EUA, é marcado por uma grande diversidade populacional e pelo amplo leque de problemas e oportunidades. Alguns temas conquistaram grande visibilidade, como o vírus zika, que desencadeou discussões globais. Provavelmente, os EUA nunca tiveram tanta consciência do que acontece no Brasil, e de como é grande o laço entre as duas nações.

A Carolina do Norte, onde fica a Duke, vive uma polêmica, devido a uma lei que proíbe medidas regionais antidiscriminatórias à comunidade LGBT. Como a lei foi recebida na Duke?

Foi constrangedor. Nosso estado orgulhou-se por muitos anos de sua tolerância, apoio às minorias, educação e inclusão. É um período difícil para nós.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/conte-algo-que-nao-sei/michael-schoenfeld-gestor-de-politicas-publicas-os-acontecimentos-do-brasil-podem-afetar-mundo-19242846#ixzz484Z7dhhw